HISTÓRIA DE ACROBACIAS

O que é trabalho de dublê?

O trabalho de dublês é a arte de realizar efeitos perigosos em filmes. O objetivo de uma façanha é despertar emoções do espectador. Essas são as mais frequentes: ansiedade, tensão, excitação, medo, raiva, e essas cenas geralmente não deixam ninguém indiferente. Se os espectadores reviverem esses momentos, como se estivessem em um carro com o dublê enquanto ele vira o carro, então o dublê é bem-sucedido, mesmo que seja totalmente inofensivo.

Quando o trabalho de dublê começou?

Se o trabalho de dublê não apareceu com os primeiros filmes gravados, certamente seguiu de perto. O trabalho de dublês surgiu como uma necessidade. Nos primeiros dias, os próprios atores filmavam feitos acrobáticos e cenas perigosas, até o início dos primeiros ferimentos. No entanto, somente com a aparição do coordenador de efeitos especiais e com a formação de equipes especiais que lidam exclusivamente com essas questões (a chamada segunda unidade), podemos pensar nos primeiros dias reais do trabalho de dublê. Estamos falando da era de ouro dos anos 50, quando foram feitos enormes espetáculos de cinema que exigiram muitos dublês.

Quem foram os primeiros dublês?

Já em 1916, havia dois dublês famosos – Klif Lajnos e Yak Canut, premiados com o Oscar por seu trabalho. Eles eram homens corajosos que ajudaram a colocar esta nave em pernas estáveis. Eles foram forçados a improvisar e experimentar coisas pela primeira vez durante as filmagens. Eles tiveram que aprender com seus próprios erros, que custaram a vida a alguns deles e quase todos sofreram ferimentos leves ou graves. Tom Hinks se gabou de seus ferimentos, pois ganhou mais de algumas centenas (fraturas e distensões). Os dublês mais velhos costumavam se orgulhar de seus ferimentos, como se houvesse uma regra – quanto mais os ferimentos, melhor o dublê. Dessa forma, eles elevaram o preço de seu trabalho aos olhos de outras pessoas que os contrataram e pagaram.

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